Olá a todos!
Não estranhem a minha ausência e a falta de publicações, o blogue vai estar assim por mais 2 semanas, uma vez que estou a quase dois mil quilómetros da minha querida cozinha.
C'est vrais, je suis a Paris e uma vez que aqui estou, vou aproveitar para aprender umas coisas e adquirir uns gadgets novos para o meu estaminé!
Hoje foi dia de passeio pela cidade luz, deixo aqui uma foto desta bela tarde.
Beijinhos, fique bem e com boas receitas!
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Empadão verde
Estava a dar volta às minhas fotos e descobri umas quantas coisas por publicar. Uma delas é este empadão, que nada teria de invulgar se não fosse a sua cor.
Estão a pensar em corantes alimentares? Nada disso, este puré de batata foi "pintado" com esparregado, isso mesmo, sobras de esparregado!
Aliás, este empadão podia muito bem ser chamado de empadão das sobras, porque se bem me lembro foi feito com sobras de dois tipos de carne, sobras de puré de batata e de esparregado.
Estava bem bom, até para uma benfiquista ferranha como eu que não vai muito à bola com coisas verdes. Estou só a brincar, sou uma pessoa muito democrática e respeito as outras opções, apesar de não as entender. Eh eh eh
Espero que gostem da sugestão.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Entrecosto no forno com batata a murro
Cada vez aprecio mais os fins-de-semana, poder fazer aquilo que gosto sem grandes pressas depois de uma semana de trabalho passada em contra relógio, é deveras libertador.
Acordar à hora que o meu filho mais novo deixa, ter tempo para ver desenhos animados abraçado a ele de uma maneira que só as mães sabem, para depois tomar um duche rápido e ir até ao mercado fazer as compras para a semana, são luxos permitidos apenas aos sábados.
Dou por muito bem empregue aquela hora em que vagueio de banca em banca e não penso em mais nada, a não ser no que fazer com os meus "trófeus".
Do talho trouxe entre outras coisas umas tiras de entrecosto, apesar de gostar muito deste corte de carne, raramente se come cá em casa.
Até ao final do dia pensava fazer uma lasanha para o jantar, já tinha a carne preparada era só fazer o bechamel e montar, mas mudei de ideias e resolvi assar o entrecosto no forno.
Sem complicar cortei as tiras em pedaços mais pequenos para ser mais fácil de assar, temperei com sal, massa de vinha de alhos, reguei com vinho branco e azeite, mais duas folhas de louro e forno com ele.
Ficou delicioso, tostadinho e suculento, acompanhou com batatas novas assadas a murro e esparregado e é caso para dizer que só sobraram os ossos.
Ingredientes para 6 pessoas
3 tiras de entrecosto
1 kg Batata nova
700gr de espinafres frescos (só folhas)
Massa de vinha de alhos qb
sal qb
vinho branco qb
louro 2 folhas
azeite qb
2 dentes de alho
Preparação
Cortar o entrecosto em pedaços e colocar no tabuleiro de ir ao forno, temperar com a massa de vinha de alhos e sal, regar com o vinho branco, juntar um fio de azeite e por fim adicionar as folhas de louro, envolver muito bem e deixar marinar 30 minutos.
Assar no forno pré-aquecido a 170ºC. durante cerca de 1h15, ou até tostar a gosto, virando a meio do tempo. Retire do tabuleiro e coloque numa travessa de servir mas sem o molho, que deve ser servido à parte numa molheira.
O esparregado foi feito pelo meu filho mais velho e a receita é mais ou menos esta só com mais espinafres.
As batatinhas foram feitas na Actifry e nada mais simples que isto: Lavar bem colocar na cuba, temperar com sal grosso e um fio de azeite e programar 30 minutos. Levar ao lume um pouco de azeite com os alhos esmagados, quando levantar fervura retire e reserve. Quem não tiver pode fazer no forno extamente da mesma maneira, só tendo o cuidado de ir agitando o tabuleiro para assarem por igual.
Retirar as batatas e dar um murro em cada uma para ficarem meio esborrachadas, colocar numa travessa de servir e regar com o azeite, se gostar também pode polvilhar com óregãos ou salsa picada.
Bom Apetite!
sexta-feira, 2 de março de 2012
Quiche de bacalhau, o fiel amigo até na poupança
Que eu me lembre nunca se falou tanto em poupança como agora, e se é verdade que há coisas/produtos que estão muito mais acessíveis comparativamente há uns anos atrás, com a comida acontece precisamente o contrário, cada vez mais cara, fruta, legumes e peixe então não se fala!
Mas ainda há certas opções que podem, com um custo reduzido, render para várias refeições.
Exemplo disso são as migas de bacalhau demolhado ultracongelado, bem sem que sai mais caro que o bacalhau seco, mas não gosto muito de demolhar bacalhau em casa e como aproveito muito bem uma embalagem de 500gr, não fico com remorsos.
É recorrente fazer pataniscas de bacalhau, todos gostamos muito, são práticas, rendem muito e podem ficar feitas de véspera para fritar no dia seguinte. mas como não devemos abusar dos fritos no outro dia lembrei-me de fazer uma quiche de bacalhau.
Foi num pedacinho da hora de almoço, não segui nenhuma receita em particular e foi uma agradável surpresa. Gostei e partilho, mesmo que não seja uma novidade, deixo aqui a minha versão.
Ingredientes:
1 base de massa quebrada (de compra ou caseira)
300 gr de bacalhau desfiado
2 alhos
30 gr de azeite
Salsa fresca picada
1 alho francês cortado às rodela
1 cenoura ralada
100 ml de leite
100 de queijo emental
1 pacote de natas ou creme fraiche
4 ovos
Sal
Noz moscada
Pimenta para moer
Numa frigideira com azeite refogue ligeiramente os alhos com a salsa o alho francês e a cenoura. Adicione o bacalhau o leite retifique o sal e tempere com pimenta e deixe cozinhar até reduzir o molho.
Bata as natas com os ovos, tempere com sal, noz moscada e pimenta.
Agora uma dica que eu não costumava fazer, mas que faz todo o sentido, enquanto está a preparar o recheio e a aquecer o forno forre e tarteira pique com um garfo e coloque uns pesos, ou leguminosas secas e leve ao forno para cozer ligeiramente a massa.
Depois disso verta o preparado do bacalhau na tarteita, por cima as natas batidas com os ovos, por fim polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno aquecido a 170 Cº durante cerca de meia hora, ou até ficar ligeiramente tostado.
Bom Apetite!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Até que enfim... saíram Hanoi Crisp Parcels
Antes de mais quero agradecer a todas que tiveram a amabilidade de me dar dicas para uma alimentação mais saudável.
Embora eu já faça algumas coisas que me são sugeridas, como comer fruta e legumes e variar no tipo de alimentação. O problema é que eu tenho uma boca santa, gosto de tudo e gosto essencialmente de comer.
Mas calma, ainda não estou desesperada ao ponto de me inscrever no próximo Peso Pesado, bem vistas as coisas são apenas uns quilinhos a mais, hummmm cerca de 5kg.
Quem me segue com regularidade sabe que gosto de comida de origem asiática, em particular de uma espécie de crepe vietnamita que é servido de entrada nos restaurantes chineses em França, lá chamam-lhe Nems, mas o nome verdadeiro é Hanói Crisp Parcels.
Fiz várias pesquisas pela internet para ver a receita, mas foi num episódio do Master Chef Austrália com o mestre Luke Nguyen's que pessoalmente adoroooo, que descobri a original.
Primeira tentativa foi com massa filo, pois outro problema é conseguir comprar os ingredientes, é o que dá em viver em pequenas cidades do interior, tem as suas vantagens e desvantagens.
Como sou uma rapariga que consegue ser muito persistente quando está interessada em algo, andei na net e pesquisei pelas mais variadas formas lojas on-line que comercializem as folhas de crepes de arroz até que encontrei a Ayur.
Primeira encomenda e menos 40€ na carteira e confesso que me contive bastante, porque a minha vontade era comprar um de cada, mas valeu a pena.
Aqui está a minha versão destes famosos rolinhos, para primeira vez o resultado foi bastante satisfatório, é claro que ainda há uns ajustes a fazer aqui e ali, mas isso são os meus padrões de exigência a falar mais alto.
Embora eu já faça algumas coisas que me são sugeridas, como comer fruta e legumes e variar no tipo de alimentação. O problema é que eu tenho uma boca santa, gosto de tudo e gosto essencialmente de comer.
Mas calma, ainda não estou desesperada ao ponto de me inscrever no próximo Peso Pesado, bem vistas as coisas são apenas uns quilinhos a mais, hummmm cerca de 5kg.
Quem me segue com regularidade sabe que gosto de comida de origem asiática, em particular de uma espécie de crepe vietnamita que é servido de entrada nos restaurantes chineses em França, lá chamam-lhe Nems, mas o nome verdadeiro é Hanói Crisp Parcels.
Fiz várias pesquisas pela internet para ver a receita, mas foi num episódio do Master Chef Austrália com o mestre Luke Nguyen's que pessoalmente adoroooo, que descobri a original.
Primeira tentativa foi com massa filo, pois outro problema é conseguir comprar os ingredientes, é o que dá em viver em pequenas cidades do interior, tem as suas vantagens e desvantagens.
Como sou uma rapariga que consegue ser muito persistente quando está interessada em algo, andei na net e pesquisei pelas mais variadas formas lojas on-line que comercializem as folhas de crepes de arroz até que encontrei a Ayur.
Primeira encomenda e menos 40€ na carteira e confesso que me contive bastante, porque a minha vontade era comprar um de cada, mas valeu a pena.
Aqui está a minha versão destes famosos rolinhos, para primeira vez o resultado foi bastante satisfatório, é claro que ainda há uns ajustes a fazer aqui e ali, mas isso são os meus padrões de exigência a falar mais alto.
| Hanói Crisp Parcels ou Nems |
| O trio que faz maravilhas ao palato |
| No prato com o arroz e prestes a ser enrolado |
| A minha encomenda da Ayur |
Ingredientes:
Folhas de papel de arroz
carne de porco picadarebentos de soja frescos ou de conserva
molho de soja
alho francês
cenoura ralada
alho
óleo de amendoim
sal
pimenta
alface
folhas de menta (usei hortelã)
Preparação:
Temperar a carne com sal e pimenta moída fresca e saltear numa frigideira com um fio de óleo e alho picado finamente, quando estiver levemente frita adicionar o alho francês às rodelas, a cenoura ralada e os rebentos de soja. Envolver bem todos os ingredientes, retificar o tempero com molho de soja, saltear ligeiramente e reservar.
Numa bacia com água quente demolhe rapidamente uma folha de "papel de arroz" coloque sobre uma bancada e quando estiver maleável coloque o recheio ligeiramente da ponta para dentro comece a formar um rolo bem apertadinho, quando estiver a meio dobre as pontas dentro como se fosse um envelope e continue a enrolar até ao fim. A própria humidade vai ajudar a selar a extremidade do rolo, mas se tiver dúvidas passe com um dedo húmido antes de fechar. Aconselho a ver uns vídeos na internet para perceber bem esta técnica, pois as folhas de arroz não podem ficar demasiado moles ou duras. O excesso de água também tem influência no processo de fritura com rolo.
Aqueça uma frigideira com óleo especial para fritar (a quantidade como se fosse para fritar rissóis) quando estiver bem quente frite os rolos até tostarem, escorra sobre papel absorvente.
Depois de escorridos coloque numa travessa sob folhas de alface.
Eu aprendi a comer esta iguaria enrolado numa folha de alface com uma folha de mente embebido em molho agridoce, mas cada um albarda o burro à sua maneira.
Em minha casa foi acompanhado com arroz chao chao e molho agridoce, ambos feitos na Bimby.
Bom Apetite!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Coisas simples e outras que tal
Ando desesperada, por um lado começo a ficar muito triste com os quilos a mais, mas por outro só vejo tentações em forma de guloseimas aqui na web.
Depois de ter a Bimby nunca mais me pesei, apesar de não andar sempre a fazer doces na dita cuja, a verdade é que faço mais vezes do que fazia, porque é tudo muito mais prático.
Não me venham cá dizer que quem tem uma Bimby come de forma mais saudável porque não é bem assim. Aliás vejo isso nos grupos a que aderi no Facebook, por uma receita de comida salgada são publicadas umas cinco de doces e bolos.
Mas isto tem que mudar! Nada de doces, nem de comida em excesso e tenho que me organizar para começar a acompanhar os meus euros que todos os meses vão direitinhos para a conta bancária do ginásio. Por isso quando me perguntam se tenho ido ao ginásio, respondo que o meu dinheiro sim, e que dá resultado porque cada vez está mais magrinho!
Entretanto aceito sugestões de comida saudável para se fazer na Bimby, hoje despeço-me com uma partilha de algo estupidamente simples mas que soube tão bem - uma omelete com apenas três ovos e sal grosso que fritei com pouco óleo de amendoim. Ficou tufadinha e levemente tostada, há que coisa boa!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Mousse & Gelado de Morango
O meu dia S. Valentim foi um dia igual aos outros e não vejo o porque de tanta animação, mas respeito quem goste de celebrar este dia.
Partilho a opinião de um amigo meu do Facebook, S. Valentim era padre, não podia praticar "o amor" e acabou por ser decapitado, o que é isto pode ter de romântico?
Romântico foi o jantar que tive com os meus homens, em casa pois claro, que o mais novo ainda não aprecia sair à noite.
Romântico foi o meu marido dizer que não me ofereceu flores porque eu não gosto! Não faço a mínima ideia o porquê desta conclusão.
Mas já que falo nisto aproveito para esclarecer o resto do universo que gosto e muito de flores, especialmente flores campestres, túlipas e orquídeas.
Romântica foi esta mousse/gelado de morangos que fiz para a sobremesa desse agradável jantar, fiquei completamente apaixonada por ela.
A receita original veio daqui foi feita na Bimby, mas pode ser feita num robot de cozinha normal.
2 pacotes de natas - tem de ser para montar ou bater
400gr. de morangos congelados (usei da marca LIDL)
Preparação:
Colocar os morangos e triturar 4 vezes turbo.
Se preferir usar a vel 5-7-9. Juntar os os restantes ingredientes e programar 30 seg, vel 5-7-9. No final dar dois ou três toques de turbo.
Uma vez que nesta mousse não se adiciona gelatina e as natas não são batidas antes de adicionar ao restante preparado ela não se mantém firme, por isso recomendo que conserve no congelador, mas que retire antes de servir para amolecer.
Bom Apetite!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Cabrito no forno à minha maneira
Passou o dia de S. Valentim, está a acabar o Carnaval e o meu humor não continua muito em alta e isso também se reflete nas poucas publicações no blogue. Há fases assim, e apesar de tentar não valorizar muito o que sinto as minhas preocupações só me trazem cansaço...
Também não tenho tido oportunidade para comentar as cozinhas amigas, mas continuo a espreitar e a ver que anda por aí muita cozinheira de mão cheia, bom trabalho meninas!
Apesar de tudo as refeições aconchegantes não têm faltado cá em casa e as visitas de sábado ao mercado municipal também não. Oque tem valido muito a pena, porque não há nada como alfaces, coentros e agriões biológicos para me devolverem o ânimo numa salada daquelas.
O assado que trago é do mais simples e saboroso que se pode fazer para uma refeição de domingo.
Há quem revele alguns receios ao confecionar cabrito, mas para mim isso não tem grande segredo e sai sempre bem.
Na verdade este é um daqueles pratos que nunca ninguém me ensinou a temperar, bastou-me o paladar para me levar os ingredientes principais e por isso os temperos são mais ou menos a olho.
| Cabrito assado |
1 cabeça de alhos
Colorau
Vinho branco
Sal grosso
1 piri-piri
Folhas de louro
Azeite
Batatas para assar
Preparação:
Juntar todos os ingredientes (à excepção do azeite e do louro) no copo da varinha mágica, triturar e verter sobre o cabrito previamente lavado e cortado, junte também as folhas do louro. Deixar marinar de um dia para o outro ou pelo menos umas 12 horas.
Ligue o forno e aqueça até aos 170ºC regue o cabrito com azeite acrescente as batas cortadas aos cubos (ou batata nova com pele) e leve ao forno cerca de 1h30, vire a meio do tempo para tostar de ambos os lados, vá regando e envolvendo as batatas com o molho para que tomem gosto.
Sirva quente com grelos e um bom vinho tinto e Bom Apetite!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Frango à Passarinho com limão
Nestes últimos tempos não têm faltado os limões cá em casa e eu agradeço as ofertas, porque uso e abuso deles na comida, nos doces ou nas limonadas da Bimby.
É graças a essas doses massivas de vitamina C que me tenho safado de gripes e constipações, ou pelo menos quero pensar que sim.
Desta vez saiu mais um franguinho com limão, tomilho e mel, que também levou uns pozinhos de mostarda e foi assado/frito na Actifry.
Ingredientes:
1 frango cortado em pedaços pequenos (tipo frango à passarinho)
Para a marinada:
2 limões
4 Alhos
2 cl chá de mostarda em pó
2 cl sopa de mel
1 ramo de tomilho fresco (ripar as folhas)
sal
pimenta
Preparação:
Temperar o frango e deixar marinar pelo menos 1 hora.
Se cozinhar no forno convencional coloque o frango num tabuleiro com metade do molho da marinada e regue com um pouco de azeite. Leve ao forno aquecido a 170ºC durante entre 30 a 40 minutos, vire a meio do tempo e acrescente o resto da marinada.
Na Actifry programei 30 minutos, mas penso que 25 foram suficientes uma vez que o frango estava cortado em pequenos pedaços.
Coloque o frango na cuba sem qualquer molho ou gordura, antes de terminar (cerca de 5 minutos) adicione o molho da marinada quando estiver tostado a gosto desligue. Passe o molho por um coador, regue o frango e sirva polvilhado com salsa picada.
Para acompanhar fiz um arroz branco mas com um refogado de cebola e cozi uns espargos que foram só para mim, visto que mais ninguém aprecia.
Bom Apetite!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Queques de Limão, Mel e Canela
Dizem que está frio, muito frio, e que por isso há não sei quantos distritos em alerta amarelo, mas eu acho que está tudo é com memória curta.
Então, não estamos no inverno? E no inverno é suposto fazer frio, muito frio!
Pelo menos quando era criança e jovem, quando não chovia era rara a manhã em que o gelo não estalasse debaixo dos pés. Por isso, não percebo qual é o espanto.
Bem opiniões à parte nada melhor para combater o frio, que uma bebida quentinha e se for a acompanhar uns belos queques acabadinhos de fazer ainda melhor.
Ingredientes cerca de 12und
200 gr de manteiga sem sal180 gr de açúcar
1 cl sopa de mel
1 cl chá de canela
casca de dois limões ( só parte amarela )
4 ovos
200 gr de farinha
1 e 1/2 colher de café fermento Royal
1 pitada de sal
Preparação
Coloque o açúcar no copo da bimby e pulverize 15 Seg.Vel.9.
Adicione a casca do limão e repita o tempo e velocidade.
Coloque a borboleta na lâmina e adicione os ovos, a manteiga, o mel e a canela e programe 2Min.Temp.37º.Vel.4.
A seguir programe 2Min Vel4.
Incorpore a farinha e e o fermento e bata durante 10Seg.Vel.4.
Por último coloque a massa nos forminhas, enchendo-as só até metade e polvilhe com açúcar e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC cerca de 15 minutos.
Bom Apetite!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Pataniscas made by Bimby
Dias que começam às 7:00am quando o despertador toca antes mesmo de termos conseguido dormir.
Dias que começam sem café porque nos esquecemos de encomendar.
Dias que começam a correr para levarmos os filhos à escola e chegarmos a horas ao trabalho são dias normais, para mim e para muita boa gente.
Não me posso queixar do trânsito (não há), nem da distância que tenho de percorrer entre casa, as escolas e o meu trabalho (menos de 4km) nem do tempo da viagem (cerca de 15 minutos com paragens).
Depois há dias em que chegamos ao trabalho e estamos a tentar recuperar duas semanas de atraso, ao mesmo tempo que, e vá-se lá saber porquê, toda a gente quer falar connosco.
Socorrrrroooo, eu consigo fazer tudo, mas uma coisa de cada vez sff.
A hora de almoço chega e há que aproveitar para ir às compras. Compras? Mas nem sequer fiz a minha lista habitual! Isto vai ser bonito, ai vai vai, metade das coisas vai ficar nas prateleiras.
Calma, sem stress, se passar em todos os corredores do supermercado (afinal não é assim tão grande) é impossível esquecer-me do que faz falta.
Depois das compras vai uma voltinha ao Mac Drive para comprar uma salada que pomposamente rebatizei de marítima (na verdade é oceânica).
Chego novamente ao trabalho levo as compras que necessitam de frio para o frigorífico da salinha de pessoal, e devoro a salada enquanto folheio a revista de Bimby de Fevereiro (afinal não acho tão má como dizem). Por fim bebo café com os colegas e estou pronto para mais meio-dia de trabalho.
Faço o percurso inverso, recolho os rapazes e vamos para casa.
Agora é tempo de arrumar as compras, acender a lareira e fazer umas pataniscas de bacalhau com arroz de grelos para o jantar.
Vou experimentar fazer na Bimby pela primeira vez, mas assim que vejo a receita do livro base vejo logo duas alterações a efetuar.
Acabo o dia de trabalho a arrumar a roupa passada a ferro e apesar de estar cansada, não me posso queixar de grande coisa nos dias que vão correndo ando em contraciclo, e isso é uma regalia.
Ingredientes
800 g água (não usei não cozi o bacalhau)
Um fio de azeite
400 g bacalhau demolhado (usei 500gr de bacalhau desfiado marca continente)
300gr de leite (em substituição da água)
10 pés de salsa
1 cebola
4 ovos
300 g farinha
pimenta preta moída na altura (acrescentei)
Sal q.b.
Preparação
1.Coloque no copo a água, o fio de azeite, a Varoma com o bacalhau e programe 25 min/Varoma/vel 1. Retire e reserve a água, (não fiz)
2.Desfie o bacalhau 2 seg/ /vel 4. Se quiser mais desfiado, repita esta operação. (tive que fazer várias vezes porque estava cru)
3.Pique a salsa e a cebola 5 seg/vel 5. Retire e reserve.
4.Coloque no copo os ovos, a farinha, 300 g da água reservada, o sal (tendo em atenção o sal do bacalhau) e programe 2 min/vel 5.
5.Adicione o bacalhau, a cebola reservada e envolva 15 seg/vel 3.
6.Frite as pataniscas em óleo abundante e escorra-as em papel absorvente.
Sirva com arroz de grelos, de feijão ou de tomate e...
Bom Apetite!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Jamie Oliver e Bimby em ação com um Robalo ao vapor
Era fim de semana, um robalo do mar comprado no mercado, devidamente escaldo e pronto para a grelha, estava esquecido numa prateleira do frigorifico.
Domingo à noite era urgente consumir este peixe, e agora o que fazer?
Jamie, help, I need somebody, help, not just anybody...
E foi assim, a folhear o meu livrinho do Jamie Oliver que retirei uma receita de robalo ao vapor, que adaptei à Bimby e ao meu paladar.
Uma experiência a repetir muito em breve, porque o resultado foi bastante compensador e facil, facil de concretizar.
Ingredientes:
Para os papelotes:
1 Robalo do mar aproximadamente 0,800kg escalado e cortado em 4 partes
Sumo de 1 limão
1/2 pimento vermelho
1/2 pimento amarelo
raminho de salsa
raminho de coentros
1/2 malagueta vermelha
Sal
Pimenta para moer
Azeite
Para a pasta tailandesa (muito adaptado para não ser tão picante)
1 molhos de coentros
1 colher de café de gengibre fresco descascado
2 dentes de alho
1/2 malagueta vermelha sem sementes
3 colheres de sopa de molho de soja
sumo 1 limão
/2 pacote de Natas vegetais; 2 colheres de sopa de coco ralado (para substituir o leite de coco)
Para o Arroz
300 gr de arroz basmati
100gr de corintos
Óleo qb
Preparação:
Tempere o robalo com o sumo do limão, sal e pimenta moída na altura.
Corte quatro quadrados de folha de alumínio, coloque em cada um 1/4 do Robalo, regue com um fio de azeite, acrescente um pé de salsa e um de coentros, termine com as rodelas de pimentos e uma tira de malagueta vermelha sem sementes. Feche o papelote e acondicione na Varoma.
Encha o copo da Bimby com 1kg de água, tempere com sal e um fio de óleo, programe 10 minutos Varoma, ou até a água ferver. Pare a Bimby e introduza o arroz no cesto.
Coloque o cesto dentro do copo, por fim coloque a Varoma e programe 10 minutos Varoma. Ao fim deste tempo introduza os corintos no cesto, mexa o arroz e vire os papelotes para cozerem uniformemente. Volte a programar 10 minutos Varoma.
Preparação da a pasta tailandesa
Junte todos os ingredientes e triture, leve ao lume entre 3 a 5 minutos para cozinhar as natas (opcional). retire do lume e sirva sobre o arroz polvilhado com coentros frescos picados.
Bom Apetite!
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Uns folhados especiais e uma salada requintada
As minhas publicações têm sido espaçadas demais para o meu gosto, mas há sempre alguma coisa para me absorver o pouco tempo que me resta.
Agora que tenho algum, ou melhor vou tentar ter, venho aqui rapidamente partilhar uma sugestão para aproveitar sobras de carnes e fazer uma saladinha muito completa.
Espero que gostem!
Ingredientes:
Sobras de carnes (usei sobras do cozido porco, vaca e chouriço)
1/2 de pimento amarelo
1 alho francês
200 gr de cogumelos laminados
2 dentes de alho
azeite
1 gema de ovo
1 placa de massa folhada (LIDL)
1 alface romana
8 tomates cherry
rúcula selvagem
pão de sementes torrado
queijo parmesão ralada
Sal
pimenta preta
azeite
vinagre balsâmico
Preparação:
Pique as carnes todas juntas e reserve.
Pique os alhos e coloque numa frigideira com azeite leve ao lume. Salteie o alho francês e o pimento cortados às rodelas juntamente com os cogumelos. Adicione as carnes picadas e envolva muito bem. Retire do lume e reserve.
Estenda a placa da massa, corte em seis quadros iguais e recheie com o preparado anterior, feche em forme de triângulo, esmague as pontas com um garfo para que fechem bem e pincele com gema de ovo.
Leve ao forno pré-aquecido a 170ºC durante aproximadamente 20 minutos, ou até folharem e ficarem douradinhos.
Para a salada lave muito bem todos os ingredientes, escorra-os. Ripe as folhas da salada, corte os tomates cherry ao meio, corte uma fatia de pão de sementes torrada aos cubinhos e rale um pouco de queijo parmesão e tempere com azeite, vinagre balsâmico, pimenta preta e sal.
Bom Apetite!
domingo, 29 de janeiro de 2012
Amêijoas da Nazaré e uma ida ao Mercado
Ontem perdi-me numa incursão tardia ao mercado da minha cidade. Queria comprar batatas e peixe fresco para o almoço, mas acabei por vir carregada de coisas verdadeiramente boas.
Uma vez que trabalho não tenho tempo de ir ao mercado, com muita pena minha, pois se souber escolher trago peixe, legumes e fruta que não se comparam aos do supermercado e a preços razoáveis.
Acho que vou deixar de lado a preguiça do fim-de-semana, e pelo menos ao sábado vou passar a ir às compras ao mercado.
Uma das minhas compras foram amêijoas da Nazaré, que eu simplesmente adoro, mas que raramente consigo encontrar.
Além das amêijoas comprei um robalo do mar, grelos, queijo fresco, pão caseiro as batatas e ainda ofereceram ao meu marido uma morcela de arroz, um chouriço e uma farinheira - acho que o vou levar sempre comigo :).
Como já era tarde o peixe ficou para outras núpcias, arranjei os grelos, pus umas batatinhas com pele a cozer e assei a morcela na Actifry e foi assim o nosso almoço.
As meninas da foto foram para o meu lanche/jantar (já que o meu marido foi petiscar com amigos) aquele molho com as fatias de pão caseiro huuummmm d i v i n a l!!!
Espero que gostem.
Amêijoas à Bulhão Pato à minha moda
Ingredientes :
- 1 Kg de Amêijoas ;
- 2 dl de azeite ;
- 1 colher de sopa de manteiga
- 4 dentes de alho ;
- 1 molho de coentros ;
- 2 limão grande ;
- Sal e pimenta q.b.
Preparação:
Leve uma frigideira ao lume com o azeite e os alhos e quando estiver quente junte as amêijoas e tape. Vá sacudindo a frigideira para que todas passem pelo molho e quando estiverem todas abertas junte a manteiga e deixe derreter, depois os coentros picados tempere com pimenta e o sumo do limão e retire do lume.
Sirva de imediato com pão torrado com manteiga ou pão fresco.
Bom Apetite!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Iscas ou se amam ou se detestam
De facto o fígado, quer seja de porco ou de vaca, é um daqueles petiscos de extremos. Quem gosta, gosta muito, quem não gosta não pode sequer cheirá-lo ao longe.
Como não podia deixar de ser cá a boa da Dora pela-se por umas belas iscas, o meu marido também gosta, mas talvez não tanto como eu.
De há uns tempos para cá habituei-me a ir a um certo talho, a carne e os enchidos são de boa qualidade, os empregados muito amáveis e o preço praticamente igual ao do supermercado.
A singela diferença no preço é amplamente compensada por alguns pormenores como a qualidade dos bens e a sabedoria de quem acede aos meus pedidos especiais estando sempre disponível para me explicar coisas que só os cortadores entendem.
Depois de garantida a qualidade do fígado as iscas têm apenas dois segredos. Um deles começa precisamente no talho, têm de ser cortadas bem finas e outro acaba na frigideira, não devem cozinhar demasiado para não ficarem tipo sola de sapato.
Fazer uma refeição tipicamente portuguesa e tão saborosa é muito simples ora vejam.
Ingredientes (as quantidades dependem do número de pessoas)
Iscas de porco ou vaca (usei de porco)
Cebola
Alhos
Louro
Sal
Pimenta
Vinho branco
Vinagre
Azeite
Salsa
Batatas
Preparação:
De véspera coloque as iscas numa marinada com sal, pimenta, alhos, louro, vinho branco e um pouco de vinagre e reserve no frio.
Leve ao lume uma frigideira com azeite, escorra as iscas e quando estiver quente frite-as, não deixe cozinhar demasiado para não ficarem duras, retire-as e reserve.
Na mesma frigideira introduza as cebolas cortadas às rodelas vá cozinhando até amolecerem (se for necessário junte um pouco mais de azeite), depois adicione a marinada e cozinhe para evaporar o álcool introduza novamente as iscas envolva-as na cebolada. Retire do lume e sirva de imediato com batatas cozidas ou fritas e polvilhadas com salsa fresca.
Bom Apetite!
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